quarta-feira, 15 de dezembro de 2010


  • Ainda antes de a mãe nascer, já anda o filho a correr. A chama e o fumo
  • Alto está, alto mora, ninguém o vê, todos os adoram. Deus
  • Altos castelos, lindas janelas, abrem e fecham, ninguém mora nelas. Olhos
  • Ando para trás e para frente, quase sempre a passar, muitas vezes com o rabo quente, mas nada quer queimar. Ferro de engomar
  • Aproveitam e desperdiçam tudo o que vão fazer, pois os dedos pêlos olhos, todos lhe querem meter. Tesoura
  • Branca como a neve, preta como a paz, fala e não tem boca. Ainda não tem pés. Carta
  • Dois irmãos do mesmo nome, vão marchando com afinco, mas um dá sessenta passos, enquanto o outro dá cinco. Ponteiros do relógio
  • É bom para se comer, mas não se come assado nem cru, nem cozinhado, o que é? Prato
  • É muito bom para o pequeno almoço e também para o lanche se queres crescer muito também o beber ao deitar. Leite
  • É uma caixinha, de bem querer, não há carpinteiro, que a saiba fazer? Noz
  • É uma senhora muito esbelta, que com finos véus se aperta, quem tiver que desapertar, muitas lágrimas há-de chorar. Cebola
  • É usado lá na China, mas que não fosse, não quebrava a sua sina, de aparecer em loiça fina, com coreia e muito doce. Arroz
  • É varinha de condão, que ao tocar numa caixinha, faz luz na escuridão. Fósforo
  • Em si a lua se espelha e o sol reflecte também, quando a gente se aproxima olhando-a nos vemos bem. Água
  • Eu tenho, princípio e fim, mas também é verdade, que muito embora completa, eu fico sempre metade. Meia
  • Eu trabalho noite e dia, se me derem de comer, nos dentes quero água, e na boca de comer. Moinho
  • Faça sol ou faça frio, ele tem sempre onde morar, veio do mundo senhorio, mas como o pai e o tio não pode a casa alugar. Caracol
  • Faço os olhos bonitos e os coelhos são doidos por mim, cresço de pé e sirvo para pratos sem fim. Cenoura